O catálogo teve como ponto de partida a tese de Rafael
Schunk, pesquisador do núcleo de arte sacra da CIJY.
O desafio maior do projeto foi propor a reforma gráfica
de um texto acadêmico denso. Diante disso, foi premissa
fundamental que houvesse espaços em branco,
proporcionando ritmo e pausa para a leitura e
contemplação.